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Georg wilhelm friedrich hegel

Date post:12-Jul-2015
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Georg Wilhelm Friedrich HegelOrigem: Wikipdia, a enciclopdia livre.Este artigo ouse(c)ocitafontes fiveiseindependentes, mas queno cobremtodo o contedo(desde agosto de 2012).Por favor,adicionemais referncias einsira-as corretamenteno texto ou norodap. Material sem fontes poder serremovido.Encontre fontes:Google(notcias,livroseacadmico)

Georg Wilhelm Friedrich Hegel

Georg Wilhelm Friedrich Hegel

Nascimento27 de agostode1770Estugarda,Alemanha

Morte14 de novembrode1831(61anos)Berlim, Alemanha

NacionalidadeAlemo

InflunciasInfluncias[Expandir]

InfluenciadosInfluenciados[Expandir]

Magnum opusFenomenologia do Esprito

Escola/tradioIdealismo alemo,hegelianismo(fundador);historicismo

Principais interessesEpistemologia,Lgica,Filosofia da histria,Filosofia poltica,religio,conscincia,Metafsica

Ideias notveisDialtica,idealismo absoluto

Assinatura

Georg Wilhelm Friedrich Hegel(Stuttgart,27 de agostode1770Berlim,14 de novembrode1831) foi umfilsofoalemo. Recebeu sua formao noTbinger Stift, (seminriodaIgreja Protestante, emWrttemberg).Hegel foi um dos criadores doidealismo alemoe naturalmente da gnese do que chamado dehegelianismo. Seu cmputo historicista e idealista da realidade como uma Filosofia europeia completamente revolucionada denota que foi, de fato, um importante precursor da Filosofia continental e domarxismo.Hegel desenvolveu uma estrutura filosfica abrangente (ou "sistema") doIdealismo Absolutoa fim de referir, mediante um modo integrado e desenvolvido, a relao entre mente e natureza, sujeito e objeto do conhecimento, psicologia, Estado, Histria, Arte, Religio e Filosofia. E, particularmente, ele desenvolveu o conceito de que a mente (ou esprito) "Geist" manifesta-se em um conjunto de contradies e oposies que, no final, integram-se e se unem, sem eliminar qualquer dos polos ou reduzir um ao outro. Exemplos de tais contradies incluem aqueles entre natureza e liberdade e entre imanncia e transcendncia.Hegel influenciou escritores de posies largamente dspares, incluindo seus admiradores (Strauss, Bauer, Feuerbach, Stirner,T. H. Green,Marx,F. H. Bradley, Dewey, Sartre, Kng, Kojve, Fukuyama, iek, Brandom, Iqbal) e seus detratores (Schopenhauer, Schelling, Kierkegaard,Nietzsche, Peirce, Popper, Russell, Heidegger). Suas concepes influentes so de lgica especulativa ou "dialtica", "idealismo absoluto", "Esprito", negatividade, "Aufheben" / "Aufhebung" ('sublimao', 'levantar', 'abolir', 'transcender', 'preservar'), dialtica "Senhor/Escravo", "vida tica" e importncia da histria.Era fascinado pelas obras deSpinoza,KanteRousseau, assim como pelaRevoluo Francesa. Muitos consideram que Hegel representa o pice doidealismoalemo dosculo XIX, que teve impacto profundo nomaterialismo histricodeKarl Marx.Sistema hegeliano: "O queSchellinghavia comeado esforando-se por conciliar o eu e o no-eu naNaturezae noAbsoluto, Hegel levou-o a cabo plenamente. Permanecendo, alis, puro idealista e, neste sentido, subjectivista, constri um sistema mais objectivo no qual a conscincia ou o eu se encontra mais no seu lugar, j no ao centro, mas num momento da evoluo universal: Novo ensaio para justificar a soluo pantesta do problema filosfico, (...) o sistema demonstra-se desenvolvendo-se. Mas importa primeiro apreender exactamente o sentido do princpio fundamental que a alma de todas as dedues e lhes constitui a unidade profunda; veremos depois a aplicao em um trplice domnio: lgico e ontolgico; fsico, moral e religioso".1Hegel prope um grande sistema filosfico em que o mundo, como Esprito, se encontraria em um processo histrico contnuo de racionalidade e perfeio cada vez maiores. A teleologia proposta por Hegel ser explicitada tanto na anlise da totalidade do universo, quanto nos diversos processos e desenvolvimentos que o constituem, atravs do mtodo dialtico, em que as tendncias contrrias (tese e anttese) se entrechocam resultando em uma sntese, por definio mais perfeita e completa que as anteriores. Hegel tem como mrito a criao de uma nova tendncia na filosofia: a de abordar os diversos assuntos a partir da investigao de sua gnese ao longo da histria. Em seu sistema filosfico, Hegel aborda o mundo fsico, os animais e a humanidade de uma maneira evolutiva, em que, respectivamente, o esprito toma uma conscincia cada vez maior de si mesmo.2ndice[esconder] 1Formao 2Obra 3Teoria 4Pensamento 5Princpio fundamental 6Falecimento 7Seguidores 8Principais obras 9Notas 10Referncias 11Bibliografia 12Ligaes externas 13Ver tambmFormao[editar|editar cdigo-fonte]

O local de nascimento de Hegel, emStuttgart, que agora abriga o Museu de Hegel.Hegel estudou no seminrio deTubingacom o poetaFriedrich Hlderline o filsofoSchelling. Os trs estiveram atentos (embora muitas vezes discordassem3) ao desenvolvimento daRevoluo Francesae colaboraram em uma crtica das filosofias idealistas deImmanuel Kante de seu seguidor,Fichte.Depois de ter se tornado tutor emBernae emFrankfurt, Hegel comeou a lecionar naUniversidade de Jena, onde permaneceu de1801a1806. Aps a vitria deNapoleo, Hegel abandonouJenae se tornou "professor das cincias filosficas preparatrias" do Ginsio deNurembergem 1808, sendo seu reitor em 1809. Em1816ocupou umactedranaUniversidade de Heidelberg. Sucedeu Fichte como professor de filosofia naUniversidade de Berlimem1818, posto que ocupou at sua morte.Estudou gramtica at dezoito anos, enquanto estudante, fez uma vasta coleo de extratos de autores clssicos,artigos de jornal,trechos de manuais e tratados usados na poca.Obra[editar|editar cdigo-fonte]A primeira e a mais importante das obras maiores de Hegel suaFenomenologia do Esprito. Em vida, Hegel ainda viu publicada aEnciclopdia das Cincias Filosficas, aCincia da Lgica, e osPrincpios(Elementos da)Filosofia do Direito. Vrias outras obras sobrefilosofia da histria,religio,estticaehistria da filosofiaforam compiladas a partir de anotaes feitas por seus estudantes, tendo sido publicadas postumamente.Teoria[editar|editar cdigo-fonte]Filsofo da totalidade, do saber absoluto, dofim da histria, dadeduode toda a realidade a partir do conceito, da identidade que no concebe espao para o contingente, para a diferena; filsofo do estadoprussiano, quehipostasiouoEstado- todas essas so algumas das recepes da filosofia de Hegel na contemporaneidade. difcil dizer at que ponto essas qualificaes so justas para com a filosofiahegeliana.Ademais, as obras de Hegel possuem a fama de serem difceis, devido amplitude dos temas que pretendem abarcar. Diz a anedota (possivelmente verdadeira) que, quando saiu a traduo francesa daFenomenologia do Esprito, muitos estudiosos alemes foram tentar estudar a Fenomenologia pela traduo francesa, para "ver se entendiam melhor" o rido texto hegeliano.(A)O fato que sua filosofia realmente difcil, embora isso no se deva necessariamente a uma confuso na escrita. Afinal, Hegel era crtico das filosofias claras e distintas, uma vez que, para ele, o negativo era constitutivo daontologia. Neste sentido, a clareza no seria adequada para conceituar o objeto. Introduziu um sistema para compreender a histria da filosofia e domundomesmo, chamado geralmentedialtica: uma progresso na qual cada movimento sucessivo surge como soluo das contradies inerentes ao movimento anterior.Gonal Mayos examina a evoluo da dialtica da periodizao da histria:4Hegel mudou o seu ideal grego juvenil e, gradualmente, v a realizao do princpio da reconciliao no mais na Revoluo francesa, mas na Reforma protestante. A Revoluo Francesa, precisamente por sua novidade absoluta, tambm absolutamente radical: por um lado, o aumento abrupto da violncia que fez falta para realizar arevoluo, no pode deixar de ser o que , e, por outro lado, j consumiu seu oponente. A revoluo, por conseguinte, j no pode voltar-se para nada alm de seu resultado: aliberdadeconquistada com tantas penrias consumida por um brutal Reinado do Terror. A histria, no obstante, progride aprendendo com seus erros: somente depois desta experincia, e precisamente por causa dela, pode-se postular a existncia de umEstadoconstitucionaldecidadoslivres, que consagra tanto o poder organizador benvolo (supostamente) do governo racional e os ideais revolucionrios da liberdade e da igualdade.Segundo Umberto Padovani e Luis Castagnola, em "A histria da Filosofia":"A Lgica tradicional afirma que o ser idntico a si mesmo e exclui o seu oposto (principio da identidade e de contradio); ao passo que a lgicahegelianasustenta que a realidade essencialmente mudana, devir, passagem de um elemento ao seu oposto."De todo modo, a dialtica uma das muitas partes do sistema hegeliano que foi objeto de m compreenso ao longo do tempo. Possivelmente, uma das razes para isto que, para Hegel, preciso abandonar a ideia de que a contradio produz um objeto vazio de contedo. Ou seja, Hegel d dignidade ontolgica contradio, bem como ao negativo. Por outro lado, Hegel no queria com isso dizer que absurdos como, por exemplo, pensar que um quadrado redondo fosse possvel. Talvez um melhor exemplo da dignidade ontolgica da contradio pensarmos nos conceitosaristotlicosde potncia e ato (um ser que ao mesmo tempo potncia e ato) ou ento na concepo dos objetos como unos e mltiplos ao mesmo tempo.Nas explicaes contemporneas do hegelianismo - para os estudantesuniversitrios, por exemplo - a dialtica de Hegel geralmente aparece fragmentada, por comodismo, em trs momentos chamados:tese(em nosso exemplo, a revoluo),anttese(o terror subsequente) e asntese(o estado constitucional de cidados livres). No entanto, Hegel no empregou pessoalmente essa classificao absolutamente; ela foi criada anteriormente por Fichte em sua explicao mais ou menos anloga relao entre o indivduo e o mundo. Os estudiosos srios de Hegel no reconhecem, em geral, a validade desta classificao, ainda que possivelmente tenha algum valorpedaggico.Hegel utilizou-se deste sistema para explicar toda a histria da filosofia, da cincia, da arte

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